Agentes de IA

Inteligência Artificial e Dados

Agentes de IA

Agente de verdade não é só um chat que responde bonito: é um fluxo que entende o objetivo, busca informação nas fontes certas (documentos internos, CRM, planilha com permissão), decide o próximo passo e sabe quando parar e chamar gente. A Viscale desenha isso com a mesma seriedade de qualquer software crítico: limites claros do que o agente pode fazer sozinho, registro do que foi consultado e decisões tomadas, testes com casos reais de borda e custo de uso previsível — integrando APIs de modelos que vocês já contratam ou hospedando o fluxo na infra que preferirem.

O primeiro desenho é sempre no quadro: quem é o usuário, qual tarefa repetitiva dói hoje e o que nunca pode sair do script (ex.: enviar e-mail externo sem revisão). Só depois escolhemos ferramentas — orquestração leve, busca semântica sobre PDFs aprovados, ou integração com o sistema onde o pedido já nasce. O agente ganha “ferramentas” explícitas (consultar pedido, abrir ticket) em vez de inventar atalho perigoso.

Exemplos do que montamos

Assistente de suporte N1

Lê base de artigos aprovados, sugere resposta e escala com histórico se o cliente insistir.

Pré-análise de proposta comercial

Cruza PDF do cliente com checklist interno e aponta o que falta antes do vendedor ligar.

Triagem de currículo com critério fixo

Resume e classifica contra vaga publicada; RH vê só o que passou do corte combinado.

Agente de onboarding interno

Responde “como faço X no sistema” puxando manual versionado e vínculos do AD.

Rascunho de resposta a pregão

Extrai itens obrigatórios do edital e cruza com catálogo; jurídico revisa antes de enviar.

Monitor de SLA em linguagem natural

Consulta fila de tickets e resume o que estourou prazo e por quê, para reunião diária.

Assistente para lojista

“Quanto vendi de X na semana?” com número vindo do BI ou ERP, não chute do modelo.

Preparador de ata de reunião

Transcrição + modelo de ata; participante ajusta e publica — nada sai sem clique final.

Agente de compliance leve

Confronta texto de campanha com lista de termos proibidos e política interna resumida.

Copiloto de código interno

Só sobre repositório autorizado, sem mandar segredo para fora; dicas alinhadas ao padrão do time.

Segurança e privacidade entram no desenho: o que pode ir para o modelo, o que fica só no seu banco e como mascarar dado sensível em log. Medimos qualidade com conjunto de testes que vocês validam — não só “parece certo”. E deixamos painel ou export simples: quantas execuções, onde falhou, quanto custou a rodada — para o negócio acompanhar sem pedir SQL.

Quando o processo muda (novo contrato, novo campo no CRM), o playbook e os testes atualizam junto, com versão. Se um dia quiser trocar de provedor de modelo, o coração do agente (regras, fontes, APIs) continha a mesma lógica — trocamos o motor, não reescrevemos o negócio.

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Entregáveis

Agente em produção ou homologação

Conforme combinado, com URL ou integração no canal escolhido.

Especificação do fluxo

Diagrama e texto que explicam o comportamento para não-técnicos.

Catálogo de ferramentas

Cada ação que o agente pode executar e seus pré-requisitos.

Conjunto de testes documentados

Entrada esperada, saída aceitável e quando escalar.

Política de dados e retenção

O que entra no modelo, por quanto tempo e onde fica log.

Runbook operacional

Pausar, reprocessar e contatos em incidente.

Painel ou export de uso

Volume, erros e ordem de grandeza de custo.

Credenciais em cofre

Integração sem chave no código-fonte.

Scripts ou repositório versionado

Para o time interno evoluir com rastreio.

Sessão de handoff

Perguntas e respostas com quem vai manter o agente.

Plano de revisão de prompts

Cadência sugerida quando modelo ou negócio mudar.

Ideias de próximos agentes

Backlog curto com base no que aprendemos.

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Metodologia de execução

  1. Mapear tarefa e riscos

    O que automatizar, o que exige humano e o que é intocável.

  2. Inventário de fontes

    Documentos, APIs e permissões — o agente só enxerga o permitido.

  3. Playbook e ferramentas

    Passos, chamadas a sistemas e mensagens padrão em caso de dúvida.

  4. Protótipo com dados fictícios

    Fluxo completo antes de tocar dado real.

  5. Guardrails e políticas

    Filtros de saída, tamanho de contexto e temas bloqueados.

  6. Testes com casos de borda

    Lista que negócio valida: acerto, recusa e escalação.

  7. Integração e filas

    Resiliência, timeout e retry quando API externa oscila.

  8. Observabilidade

    Log de passos, custo estimado e alerta de falha em massa.

  9. Piloto controlado

    Grupo pequeno ou horário limitado até estabilizar.

  10. Treinamento e documentação

    Como operar, pausar e reportar problema com contexto.

  11. Roadmap de evolução

    Novas ferramentas e melhorias priorizadas após o go-live.

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Contato

Descreva objetivo, prazo e o que for relevante ao projeto — analisamos com cuidado e retornamos em breve com próximos passos claros.

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